Governo Lula fecha acordo para reestruturação de carreiras do Banco Central

Governo Lula fecha acordo para reestruturação de carreiras do Banco Central

O Governo Lula, por meio do ‘Ministério da Gestão e Inovação em Serviços Públicos’, firmou, nessa sexta-feira (26/4), um acordo com os servidores do Banco Central (BC) para a ‘reestruturação’ de suas carreiras. Segundo a proposta apresentada, está previsto também um aumento salarial na casa de 20% nos próximos dois anos, divididos em 10,9% em janeiro de 2025, seguido por mais 10,9% em maio de 2026.

Além do aumento salarial, outra demanda atendida foi a mudança na nomenclatura dos servidores de nível superior, que passarão de ‘especialistas’ do Banco Central para ‘auditores’, com a inclusão de algumas prerrogativas do cargo.

José Feijóo, secretário de Relações do Trabalho do Ministério da Gestão, destacou a importância do diálogo e da ‘reposição’ das perdas dos trabalhadores, tanto em termos de ‘espaço democrático’ para o diálogo quanto na reestruturação das carreiras e na ‘recomposição’ salarial.

“Neste momento, nós estamos, portanto, com este espaço de diálogo, repondo parcela importante daquilo que foram as perdas que esses trabalhadores tiveram, tanto de um espaço democrático para dialogar, como do ponto de vista da reestruturação das carreiras e também de recomposição salarial”.

Apesar do acordo, os servidores expressaram sua insatisfação com o valor proposto pelo Ministério da Gestão. No entanto, o governo federal ressaltou que o acordo com os servidores do Banco Central se junta a outras 10 negociações encerradas durante o governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT). No momento, 18 mesas de negociações específicas permanecem em aberto.

Além desse acordo, o Executivo federal também fechou, na quinta-feira (25/4), proposta com as entidades representativas dos servidores públicos federais para um reajuste de 52% no auxílio-alimentação, a ser aplicado a partir de maio deste ano. Com isso, o benefício passará de R$ 658 para R$ 1 mil. E mais: Lula diz que empresas como a Boeing ‘roubam’ engenheiros brasileiros e afirma: “vamos ter que discutir”. Clique AQUI para ver. (Foto: EBC; Fonte: Metrópoles)

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