O nazismo do bem!

O nazismo do bem!

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Eles passaram quatro anos chamando de “nazista” qualquer um com ideias diferentes das suas. Mas, como a mentira tem perna curta, bastou um ataque terrorista covarde aos judeus de Israel para que os verdadeiros nazistas do Brasil e do mundo saíssem de seus covis, como baratas saem de um bueiro, como um torcedor fanático que deixa escapar um grito de gol no meio da torcida adversária. Escapou! Foi sem querer!

Se a guerra no Oriente Médio nos trouxe uma coisa boa, foi isso: facilitou a identificação daqueles que, como Adolf Hitler, ainda nutrem um injustificado ódio pelo povo de Davi. No Brasil, a identificação é ainda mais fácil, pois vestem vermelho, “combatem” fake news divulgando fake news e espalham “amor” odiando oposicionistas.

Sob o pretexto de uma questão que sequer está em discussão (uma Palestina supostamente aprisionada pelas “malvadas” VÍTIMAS do terrorismo extremista islâmico), essa turma chancela mortes de jovens na balada, crianças decapitadas e até casos tão extremos, MAS TÃO EXTREMOS, que nem os nazistas de Hitler foram capazes de idealizar. Cito dois deles: 1 – a grávida que teve sua barriga aberta e assistiu, agonizante, o esfaqueamento de seu filho pelos terroristas. 2 – o bebê colocado VIVO dentro de um forno de cozinha ligado.

Esse é o nível da barbárie!

O antissemitismo (preconceito, discriminação e ódio contra os judeus) é um tipo de RACISMO, pra quem não sabe. Cheguei a ouvir de um amigo que ele não gosta de judeus porque eles “não aceitam Jesus como o Messias”, numa (além de antissemita) arrogante certeza de que sua orientação religiosa está acima da dos outros.

Eles aceitam e ADMIRAM ditaduras sangrentas justificando-as com o inaplicável (nos casos de ditaduras) conceito da autodeterminação dos povos, mas não aceitam a autodeterminação do ÚNICO povo a fazer prosperar a democracia no Oriente Médio.

Eles vêem racismo no verbo “denegrir” ou na consagrada e CIENTÍFICA expressão “buraco negro”, usada pela Física para denominar os corpos celestes de densidade tão grande que nem a luz é capaz de transpassá-los. Mas não vêem racismo quando afirmam criminosamente que “judeus matam palestinos”, como o post que ilustra este texto, de propriedade de (pasmem) uma “professora”, assim mesmo, entre “aspas” e com “p” minúsculo.

Eles vêem antissemitismo no verbo “judiar”, mas não enxergam esse crime (sim, é CRIME) quando atribuem FALSA e GENERICAMENTE as mazelas do Oriente Médio aos judeus de Israel.

Eles defendem uma suposta “liberdade” para a Palestina sem levar em consideração que quem a aprisiona são os próprios terroristas. E, pior ainda: nem um “pio” sobre a supressão de liberdades e direitos em locais como Cuba, Venezuela e Nicarágua.

Que sejam todos devidamente denunciados no Ministério Público e nos órgãos competentes. Particularmente os formadores de opinião, como políticos, sacerdotes, artistas, atletas e professores, NÃO DEVEM TER TRÉGUA. Suas responsabilidades são muito maiores que a dos mortais comuns, pois podem influenciar toda uma geração de crianças e jovens a dar continuidade no seu ÓDIO SELETIVO, no seu “NAZISMO do bem”.

Depois da criminosa proposta de boicote aos comércios judeus pelo petista José Genoíno e das recentes e desastrosas declarações do presidente da República, a CONIB (Confederação Israelista Brasileira) registrou um aumento de quase 300% nos ataques aos judeus. Por coincidência, é um percentual parecido com o aumento das queimadas na Amazônia em fevereiro último. Essa parte dos brasileiros do amor ataca judeus na mesma proporção em que não protege as árvores que defendiam só até 2022.

E ainda querem DENEGRIR a nossa imagem. Que JUDIAÇÃO!

Por Eduardo Mota
Administrador com 20 anos de experiência em diversas áreas corporativas, genealogista e escritor por hobby, autor dos livros infantis para adultos “ESSE REINO EU NÃO QUERO”, “PIXULEQUINHO E OS ANIMAIS” E “MEU VOVÔ SINDICALISTA”, todos copyleft.


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