Polícia Civil de São Paulo amplia efetivo em mais 4 mil agentes

Polícia Civil de São Paulo amplia efetivo em mais 4 mil agentes

O governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) convocou mais de 4 mil aprovados em concurso para a Polícia Civil. A publicação no Diário Oficial do Estado, prevista para esta sexta-feira, 3, contempla os candidatos aprovados no concurso de 2022 e aqueles que aguardavam novas chamadas.

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É o maior número de convocações da história da Polícia Civil, com a formação e contratação de 2.208 escrivães, 1.260 investigadores, 353 delegados e 196 médicos-legistas. As novas convocações superam em 36,7% o número previsto nos editais dos processos seletivos.

A Secretaria da Segurança Pública de São Paulo (SSP) informou que a posse dos convocados em seus cargos deve ocorrer em até 15 dias depois das nomeações.

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Os candidatos passam por cursos de formação na Academia de Polícia, com duração de cinco meses para os delegados e três meses para as demais carreiras.

Carreiras policiais em São Paulo

Em paralelo, o governo de São Paulo realiza concursos para preencher mais 3,5 mil vagas, sendo 3.135 postos na Polícia Civil e 365 na Técnico-Científica, todos lançados pela atual gestão estadual.

A perspectiva da SSP é de um aumento de aproximadamente 30% nos efetivos das polícias Civil e Técnico-Científica com as nomeações e novos concursos.

Em 2023, o Estado concedeu o maior reajuste salarial da história em um primeiro ano de gestão para os profissionais das forças de segurança.

Tarcísio de Freitas sanciona “Dia dos Heróis da Polícia Militar”

Tarcísio de Freitas sancionou a Lei 17.930, que cria o “Dia dos Heróis da Polícia Militar”. Assinada na última sexta-feira, 26, a legislação foi publicada na terça-feira 30, no Diário Oficial.

Celebrada em 10 de maio, a data foi escolhida para homenagear o tenente da PM Alberto Mendes Júnior, morto em 1970, durante o regime militar. No mesmo ano, a PM foi institucionalizada no Estado.

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O tenente era agente das Rondas Ostensivas Tobias de Aguiar (Rota) e morreu durante a Operação Registro, deflagrada para desmontar um campo de treinamento de guerrilha no interior de São Paulo.

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Conforme a PM, Júnior morreu depois de ser vítima de uma emboscada em Sete Barras, no Vale do Ribeira. À época, ele teria se entregado aos guerrilheiros para evitar a morte de oito companheiros de pelotão, sendo morto dias depois.

A lei sobre a PM, sancionada por Tarcísio de Freitas, é de autoria do deputado estadual Capitão Telhada (PP-SP). O objetivo é “homenagear a conduta e a honra daqueles que estavam na linha de frente na defesa da sociedade”. A lei é derivada do Projeto de Lei 1.524/2023.

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