Senadores tentam esticar mandato para 10 anos alterando o Código Eleitoral

Senadores tentam esticar mandato para 10 anos alterando o Código Eleitoral

Há uma “costura” no Senado para que o relatório de Marcelo Castro (MDB-PI) sobre o novo Código Eleitoral amplie os mandatos de senadores de oito para intermináveis dez anos. Fonte da Mesa do Senado garante que o conchavo envolve, além do relator, o notório Davi Alcolumbre (União-AP) e Jorge Kajuru (PSB-GO). A ideia é incorporar proposta de Kajuru ao projeto de coincidência de mandato, fazendo as alterações necessárias para garantir mais dois anos de mandato.

Deputados também teriam mais um ano, com a coincidência de eleições e o fim da reeleição. Deputados passariam a ter mandatos de cinco anos.

Há senadores que se manifestaram contra a alteração. “Não é consenso e não estou de acordo”, diz Márcio Bittar (União-AC).

Bittar é contra até a coincidência de eleições, a serem realizadas a cada cinco anos. “Votar de dois em dois anos não faz mal a ninguém”, diz.

O senador Eduardo Girão (Novo-CE) já acha um exagero os atuais oito anos de mandato: “Penso que tem de reduzir para 5 anos”.

Presidente da Enel Distribuidora de energia em São Paulo, Max Xavier Lins (Foto: Agência Brasil)

Direção da Enel é ignorada pelo controlador italiano

A direção da Enel Energia vem sendo aconselhada a se demitir e cuidar da vida, em razão da atitude dos controladores italianos que não dão a mínima ao tormento que a empresa enfrenta no Brasil. A Enel SP viu ontem confirmada a multa de R$165,8 milhões aplicada pela agência reguladora Aneel em razão do apagão de novembro passado. Os italianos não dão a mínima para a direção brasileira, que somente toma conhecimento pela imprensa de eventuais decisões dos italianos.

Os dirigentes da Enel no Brasil, em São Paulo, Ceará e Rio de Janeiro, são tratados como meros fantoches da cúpula que vive em Roma.

Quando os pepinos ocorrem no Brasil, os italianos estão dormindo e mandam dizer que estão. Os dirigentes brasileiros que se virem.

O Estado italiano é o maior acionista (23,6%) da Enel (Ente Nazionale per L’Energia Eletrica), maior empresa da Europa em valor de mercado.

Poder sem Pudor

Sem contestações

Reza a lenda política no Paraná que, filiado à Arena, Horário Vargas quase se deu mal ao apoiar o candidato do MDB à prefeitura de Ponta Grossa, em 1976. O partido se reuniu para expulsá-lo, mas na hora agá ele nem sequer foi admoestado. “Você tinha muito apoio?”, quis saber um repórter, intrigado. O político respondeu secamente: “38.” O repórter: “Votos?” Ele esclareceu: “38 cano longo, carga dupla…”

O democrático X (ex-Twitter) leva tão a sério o direito à liberdade de expressão que ativistas oportunistas xingam seu dono e pregam seu fechamento sem o risco de serem banidos. Já xingar ministro do STF…

Chororô de Janja na disputa entre Musk e Moraes não passou batido na oposição. O deputado Marcel van Hatten (Novo-RS) mandou para a primeira-dama o passo a passo para desativar a conta da rede social.

Falante no caso Elon Musk, que, aliás, levou internet a regiões remotas da Amazônia, Lula ainda não abriu a boca para falar sobre o caçula Luís Claudio, acusado de espancar física e moralmente a ex-mulher.

Presidente da Petrobras, Jean Paul Prates começa a descer do talhado onde subiu há dez dias, após Lula recusar audiência. Pode ser salvo pela tentativa do Planalto de fingir que não interfere na estatal.

Frase do dia

“Precisamos levar nossos funcionários para lugar seguro”

Elon Musk, maior acionista do X, preocupado com ameaças a seu pessoal no Brasil

Ao menos no Tribunal Regional Eleitoral do Paraná, o senador Sérgio Moro (União) escapou da cassação. O placar ficou em 5 a 2. Os dois votos divergentes foram de desembargadores indicados por Lula.

Teoria de André Janones (Avante-MG) de que o pano de fundo da briga Musk x Moraes é o comércio de lítio, usados em carros elétricos, virou chacota nas redes sociais, que apontou como fonte “vozes da cabeça”.

Pedido de moção de louvor a Elon Musk terminou em barraco entre os deputados Gilvan da Federal (PL-ES) e Glauber Braga (Psol-RJ), que se chamaram de moleque, frouxo, defensor de bandido e por aí vai.

Ameaçado no Brasil, Elon Musk, respondeu a pedido do deputado Nikolas Ferreira (PL-MG): fará “despejo de dados” sobre decisões do STF após “garantir a segurança” dos seus funcionários no Brasil.

Se Lula, Janja, Rodrigo Pacheco, Alexandre Moraes etc. acham o X (ex-Twitter) um “terra sem lei”, por que não encerram suas contas?

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